segunda-feira, 22 de abril de 2013

Trágico e Bestial ao mesmo tempo.



Trágico, o tema e a descontracção das pessoas face a este tema. A maioria não liga muito a este assunto,  ou se liga, não mostra. Existe a fome, a guerra, mas o tráfico sexual fica para último. Bestial é o vídeo e a ação de sensibilização em si. Conseguiu atingir os seus propósito. As vezes temos de ser assim, duros, para nos levarem a sério.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Sempre pensei...

Que este é um mundo bonito. Existe guerras, é verdade, ódio, fome, pobreza e tristezas, mas lá no fundo digo sempre que existem óptimas coisas que me prendem aqui. Aprendi a encarar todos os dias com alegria e aproveitar todos os momentos. Como diz Saramago: "A vida é tão bonita e eu tenho tanta pena de morrer".

Mas isto deixa-me doente.


segunda-feira, 15 de abril de 2013

Zara

Serei a única a delirar completamente com as malas e os sapatos da Zara? Ai a minha carteira. Não posso gastar dinheiro, não posso gastar dinheiro, não posso gastar dinheiro.

 





Juro que...

Esta mala da celine enche-me o coração. A tiracolo, mesmo como eu gosto. Dava para carregar as minhas coisitas, o meu portátil ou a minha câmara. E eu sou daquelas mulheres que faz jus à expressçao: "levar a casa toda as costas".


                         



Damn!



Já está tudo esgotado. 

Partilhar o carro...

... logo pela manhã com o meu irmão e a minha cunhada é hilariante. Principalmente, quando estão ambos a resmungar sobre regras de transito entre os dois, mas sem o outro ouvir. Um a dizer uma coisa, outro a dizer outra. Parece saído de um filme, mas fiquei logo bem disposta.



terça-feira, 9 de abril de 2013

Acabei de ver...

Series of Unfortunate Events, com a participação de Meryl Streep, Jim Carrey, Jude Law e Catherine O'Hara e baseado nos livros de Lemony Snicket. Gosto imenso do sentido visual do filme, semelhante ao filme Hugo e O Fabuloso Destino de Amelie , a nível de fotografia e cor. A banda sonora e o grafismo final estão espetaculares. Algumas cenas assemelha-se bastante ao estilo de Jean Pierre-Jeunet, mas está fantástico.

O filme é óptimo, já conhecia os livros de Lemony Snicket, mas ainda não tive a oportunidade de lê-los. Estou a aguardar a chegada do primeiro que comprei pelo ebay. Estou ansiosa.

Para toda a gente que gosta de filmes ao estilo Tim Burton, aconselho a visualização. 







Sou só eu...

Que acho que este senhor e esta senhora foram das melhores coisas que aconteceram?


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Acabei de descobrir...

Que este senhor, tem um filho bem giro que não é nada mais nada menos que um dos actores principais da série The White Queen.


E quem me conhece...

Também sabe que eu ando sempre a procura de séries novas, que adoro séries épicas e com uma boa história e que os meus canais preferidos são o Starz e o BBC.

Era mesmo só para dizer que o Starz vai estrear com mais uma nova série, baseado no livro de Philippa Gregory e que, sem dúvida, promete.



Dúvidas que me consomem...


Não é novidade para quem me conhecem o meu desejo de sair do país. E não é por esta crise que nos abala, não, sempre tive esta vontade de fazer a minha vida noutro país e os meus pais sempre o souberam que, em algum momento futuro, ia agarrar nas minhas coisinhas e fazer a minha vida noutro lado. Porque, apesar de gostar da aldeia onde vivo, sinto aquele choque intelectual quando estou nas cidades, sinto a falta de mais, de ter a oportunidade de sair debaixo das asas dos meus pais e ter a oportunidade de aprender mais, de amadurecer, ser responsável, não depender dos meus pais, de crescer pessoalmente e profissionalmente.  

Gostava de sair já este ano, no final, ou no início do próximo ano. Começar, definitivamente, uma nova vida. Termino o curso este ano. Londres é  a minha opção. Conheço a língua, alguns costumes, tem lá a escola que quero frequentar e a nível profissional, então não posso falar, é o núcleo. 

Mas depois, aquelas dúvidas invadem-me, será que estou preparada para viver sozinha? Tenho coragem de me meter num avião, atravessar o atlântico e ficar a viver num sitio onde não conheço ninguém, ninguém, ninguém. Estar longe dos amigos? Da família? Estarei preparada para a sensação de chegar a casa e não ter ninguém parar conversar? Será que me vou desenrascar no Inglês ou vou ficar toda atrapalhada e esquecer-me das palavras como me acontece sempre que fico nervosa?

Com a situação cá em Portugal, esta opção tem cada vez mais importância e já noto que os meus pais começam a levar a sério. Tenho amigas que acabaram os seus cursos à dois anos, e só três delas estão a trabalhar, em cafés e supermercados. Passaram a sua vida inteira a estudar para agora verem as suas opções cortadas, sujeitarem-se a trabalhar num estabelecimento sem grande visão futura, opções de subir na carreira, desistirem dos seus sonhos devido à situação do país.

Também dizem que eu sou a única pessoa capaz de fazer isto. Dizem que eu sou capaz.  Sou dedicada, aplico-me bastante no que quero, no que tenho de fazer, e a maior parte das vezes consigo-o, não por uma questão de sorte mas, pelo tempo, esforço e trabalho que dedico até ficar como eu gosto. Numa conversa com uma amiga, este assunto veio ao de cima, ela tranquilizou-me e esteve sempre do meu lado. E, apesar de não falar destas minhas hesitações e dúvidas, não quer dizer que não as tenha. 

Sempre fui independente, nunca fui de depender bastante das outras pessoas mas, sinto que me vou sentir sozinha lá, que vou sentir a falta de ter alguém lá para mim, e sei que durante os primeiros meses vou chorar, arrepender-me, querer voltar para casa, mas também sinto vou conseguir.

Já só faltam três meses para terminar o curso e aumenta cada vez mais, aquele sentimento de impotência face ao clima que se vive em Portugal aumenta, aquela vontade de que o tempo abrande para não ter de fazer parte da taxa de desempregados, todas aquelas questões todas que me assaltam à noite de "o que é que eu vou fazer agora?". No final de contas, sinto que esta opção para mim tem cada vez mais sentido.